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A CULTURA DO MERCADOR NA BARCELONA DO SÉCULO XV 
Peso:  550 gr

LIVRO A CULTURA DO MERCADOR NA BARCELONA DO SÉCULO XV
de Jaume Aurel e Alfons Puigarnau
357 páginas
Língua: Português
Tradução: José Higuera e João R. Costa e Silva
Editora: Instituto Brasileiro de Filosofia e Ciência “Raimundo Lúlio” (Ramon Llull)
ISBN: 978-85-89294-13-3
Colecão: História
Nº da Edição: 1ª
Ano de edição: 2008
Livro disponível para entrega






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Este livro revela-nos um mapa sociológico completo. Comércio e cultura encontram-se para unir os processos econômicos ao pensamento de uma época, para criar a harmonia entre o amor ao mundo e o amor a Deus, para unir a ação à contemplação. O mercador é um geógrafo porque viaja. É um homem de família porque aprecia o convívio entre os seus. É um sonhador porque lê com avidez o romance cavalheiresco. É um jurista e, ao mesmo tempo, um homem com um destino político situado no meio de dois mundos distintos. O mercador expressa a realidade econômica e cultural do Mediterrâneo. No final da Idade Média, o mercador barcelonês penetra no mundo dos investimentos não comerciais. É um sintoma da mutação dos valores e da crise social do mercantil, de evidentes conseqüências. Compra e vende mercadorias e especula com seus ganhos, mas não pensa em um mundo global e, por esta razão, não é capaz de se imaginar no contexto de um sistema imperial na Europa do futuro. Seria preciso esperar o século XIX para que o mercador barcelonês, já convertido em empresário, compreendesse a dimensão geográfica, econômica e mental do mundo. É possível que a levedura que faz crescer a massa de uma mentalidade mais aberta ao Novo Mundo seja, precisamente, esse sentido próprio do mar, ou o sentido próprio da cidade, ou ainda a estrutura social a que pertence. Este livro nos revela a força de um personagem medieval que procura situar-se no contexto da modernidade.
Clique aqui para ver o sumário.










R$ 76,00 
A ESCRITA DA HISTÓRIA - Jaume Aurell 
Peso:  450 gr

Livro A ESCRITA DA HISTÓRIA - Dos positivismos aos pós-modernismos
de Jaume Aurell
247 páginas
Língua: Português
Editora: Instituto Brasileiro de Filosofia e Ciência "Raimundo Lúlio" (Ramon Llull)
ISBN: 978-85-89294-20-1
Coleção: História
Edição: 1ª
Ano de Edição: 2010
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Este novo livro de Jaume Aurell é imprescindível para os estudiosos da História. O autor expõe todas as correntes historiográficas desde finais do século XIX até o presente, explica o seu método e apresenta seus protagonistas. Do que se trata? Ele explica que a historiografia começa com as obras pioneiras de Eduard Fueter e Herbert Butterfield. Em pleno século XX a história passa por uma transformação, e evolui desde os limites impostos pela disciplina até uma reflexão teórica interdisciplinar, apoiada no estudo das epistemologias e nas correntes intelectuais. Surge o resultado de um estudo cada vez mais sutil da história, porque os historiadores refletem sobre o contexto social, institucional e político. Foram os historiadores Georg G. Iggers, alemão, juntamente com o francês Charles O. Carbonell, os que deram esse impulso. Já o ponto de partida do pós-modernismo historiográfico é o livro que Hayden V. White publica em 1973, Meta-história. A imaginação histórica na Europa do século XIX. Trata-se, ao mesmo tempo, de um estudo da história intelectual; de um estudo de historiografia, cuja fonte principal são os textos históricos do século XX; e de um objeto historiográfico em si mesmo considerado. No panorama historiográfico atual crescem os debates sobre o relativismo histórico. Por exemplo, Claude Lévi-Strauss e Karl Popper consideraram que a história nunca é totalmente objetiva porque cada historiador possui um ponto de vista, e sua obra tem validade somente no tempo e para a cultura onde foi articulada. Para Jaume Aurell as coisas não são tão simples assim. Evidentemente, cada escola reflete a tradição e as condições culturais que a envolvem. O que ele não está de acordo é que o entorno seja o fator determinante do relato histórico. Entre o texto e o contexto existe uma relação de complementaridade, o que faz com que o texto adequadamente tratado afirme-se como instrumento irrenunciável para alcançar o conhecimento objetivo da história. Clique aqui para ler mais.







R$ 47,00 
ENTRE MARES - Josep M. Buades 
Peso:  470 gr

LIVRO ENTRE MARES
UMA INTERPRETAÇÃO DA HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA DA PENÍNSULA IBÉRICA
VOLUME I - DA CRISE DO ABSOLUTISMO À INSTAURAÇÃO DAS REPÚBLICAS
de Josep M. Buades
321 páginas
Língua: Português
Editora: Instituto Brasileiro de Filosofia e Ciência “Raimundo Lúlio” (Ramon Llull)
ISBN: 978-85-89294-15-7
Colecão: História
Nº da Edição: 1ª
Ano de edição: 2009
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Entre Mares é um ensaio sobre a história contemporânea da Península Ibérica. O livro começa com as invasões napoleônicas e a perda dos impérios americanos e chega até a integração dos estados português e espanhol nas comunidades européias.
Embora a conexão da história contemporânea ibérica com a história do brasil seja evidente, muitos eventos e processos dessa ligação às vezes não recebem suficiente tratamento no mundo acadêmico. Com esta obra o autor pretende contribuir para preencher esta lacuna, apresentando um novo enfoque sobre a questão.
Entre Mares foi dividido em dois volumes. O primeiro, que aqui se apresenta, "Da crise do absolutismo à instauração das repúblicas", aborda o período transcorrido entre 1789 e 1931, ou seja, o espaço de tempo que vai da revolução francesa até a proclamação da segunda república espanhola.
Clique aqui para ver o sumário.







R$ 54,00 
FRANCISCO DE VITÓRIA E OS DIREITOS DOS Í 
Peso:  300 gr

LIVRO FRANCISCO DE VITÓRIA E OS DIREITOS DOS ÍNDIOS AMERICANOS
de Sivar Hoeppner Ferreira
222 páginas
Língua: Português
Editora: EDIPUCRS
ISBN: 85-7430-335-6
Colecão: História
Nº da Edição: 1ª
Ano de edição: 2002
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O presente estudo revela os três grandes debates que ocorreram a propósito da disparidade que se verificava entre o ideário cristão, que servira de base à ação dos militares e encomenderos contra os povos americanos; a) o debate anterior a Francisco de Vitória, que resultaria na edição das Leis de Burgos; b) as confrontações entre os posicionados do próprio Vitória e de Las Casas, a respeito da impossibilidade de serem os índios escravos, e da necessidade de serem-lhes reconhecidos direitos semelhantes aos vassalos de Castela; c) o célebre debate em Valladolid, entre Las Casas e Ginés de Sepúlveda, prevalecendo a tese de Vitória. Clique aqui para ver o índice.



R$ 17,00 
LEITURAS DE LITERATURA ESPANHOLA 
Peso:  550 gr

Livro LEITURAS DE LITERATURA ESPANHOLA - da Idade Média ao século XVII
Mario M. González
478 páginas
Língua: Português
Editora: Letra Viva
ISBN: 978-85-88348-11-0
Coleção: História
Edição: 1ª
Ano de Edição: 2010
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Leituras de Literatura Espanhola faz um percurso ao longo da formação dessa literatura, levando em conta as relações de autores e textos com o contexto histórico. Acompanha-se o jogo dialético das correntes ideológicas, até chegar à colocação, na Espanha, dos fundamentos dos gêneros literários próprios da Modernidade, com base na noção de Maneirismo enunciada por Arnold Hauser. Dessa maneira, são privilegiados os autores e textos mais significativos nesse processo. O desenvolvimento do conceito de leitor moderno-chamado a construir sentidos – é uma das pautas desse percurso, no qual cabe salientar cuidadosas leituras, pelo autor do volume, de La Celestina, Lazarillo de Tormes, San Juan de la Cruz, Don Quijote de la Mancha, Góngora, etc..., dentro de uma nova perspectiva que quebra a tradicional segmentação das histórias da Literatura Espanhola. O autor, professor universitário, dirige-se a um público formado tanto por estudantes desse nível como por leitores em geral, interessados em aprofundar-se em algumas das das principais obras da Literatura Espanhola. Clique aqui para ver o sumário.



R$ 59,00 
LIVRO DOS FEITOS 
Peso:  650 gr

LIVRO DOS FEITOS
de Rei D. Jaume I, o Conquistador
491 páginas
Tradução: Luciano José Vianna e Ricardo da Costa
Editora: Instituto Brasileiro de Filosofia e Ciência "Raimundo Lúlio" (Ramon Llull)
ISBN: 978-85-89294-19-5
Colecão: História
Nº da Edição: 1ª
Ano de edição: 2010
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O “Livro dos Feitos do rei D. Jaume” é a primeira das quatro grandes crônicas medievais catalãs. Nela o seu autor, Jaume I (1208-1276), explica em primeira pessoa, a sua vida e os 63 anos do seu longo reinado. Jaume I, rei de Aragão, de Valência e de Maiorca, conde de Barcelona e de Urgell, senhor de Montpelier, filho de Pere I de Aragão e de Maria de Montpellier, nasceu em Montpelier o ano 1208 e morreu em Valência em 1276. Iniciou seu reinado aos cinco anos e casou-se pela primeira vez aos treze.
Em 1228 iniciou a conquista de Maiorca e, cinco anos mais tarde, o reino de Valência. Por outro lado, no dia primeiro de maio de 1258 assinou com S. Luis rei da França o tratado de Corbeil pelo qual o rei francês renunciava a todos os direitos que, como descendente de Carlos Magno, pudesse ter sobre os condados catalães e Jaume I renunciava a todos seus direitos sobre os territórios ocitanos.
Seus restos mortais estão enterrados no mosteiro de Poblet, na Catalunha. A crônica começa com um preâmbulo no qual o rei, nos últimos dias de sua vida e vendo a morte próxima, explica os dois motivos pelos quais escreveu o que podemos considerar sua autobiografia:
E para que os homens conhecessem e soubessem como passamos esta vida mortal e o que nós fizemos com a ajuda do Senhor Poderoso, que é a verdadeira Trindade, deixamos este livro como memória para aqueles que desejam ouvir as graças que Nosso Senhor nos fez e para dar exemplo a todos os outros homens do mundo para que façam o que nós fizemos: colocar sua fé nesse Senhor que é tão poderoso.
Clique aqui para ver o índice.









R$ 66,00 
SÃO PAULO NA MONARQUIA HISPÂNICA 
Peso:  350 gr

LIVRO SÃO PAULO NA MONARQUIA HISPÂNICA
de Rafael Ruiz
227 páginas
Língua: Português
Editora: Instituto Brasileiro de Filosofia e Ciência “Raimundo Lúlio” (Ramon Llull)
ISBN: 85-89294-03-X
Colecão: História
Nº da Edição: 1ª
Ano de edição: 2004
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Tal como foi o ano de 1954, 2004 é um ano de comemorações e, acima de tudo, reflexões sobre São Paulo e sua história. Contudo, muita coisa mudou na sua cidade desde a sua fundação. O presente estudo, seguindo a trilha aberta por Jaime Cortesão, Sérgio Buarque de Holanda e alguns outros historiadores, parte da singular posição geográfica da vila de São Paulo de Piratininga e debruça-se sobre o período particular da sua história: o momento da União das Coroas de Portugal e Espanha. A análise da legislação indigenista e da catequese jesuítica tem como pano de fundo uma perspectiva inovadora, procurando trazer nova luz sobre a lei, a força dos usos e dos costumes na vila, o papel que a realidade americana desempenhou na mudança da praxe jesuítica e a posição estratégica que a vila São Paulo desempenhou nos planos da Monarquia Hispânica. Clique aqui para ver o índice.





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